"[A incompreensão] é o derradeiro risco que todo o poeta corre. Um risco assente numa verdadeira e feroz dialéctica, onde a ideia wittgensteiniana de a língua e a realidade serem como dois espelhos pendurados em paredes opostas num quarto vazio foi, sabiamente, treslida. (...) Em última analise voltamos sempre ao inicio: se a língua cria a realidade e a poesia cria a língua, quem cria a poesia?"Do poeta, tradutor e ensaísta Claudio Daniel em seu comentário sobre a poesia de Wilmar Silva.
7.8.09
O derradeiro risco que todo poeta corre
Assunto:
Críticas e debates
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