25.5.09

Ricardo Domeneck traduz Elizabeth Robinson

.
II

E dado o discurso das estações,
bocas são irrelevantes.

A máquina salta de acordo com o que é alheio.

O fruto tende a perdoar palavras;
é uma alienação que se torna
adubo.

É a forma de um corpo num bosque, tudo repentino.


(Trecho do poema The New Language, da norte-americana Elizabeth Robinson, traduzido para o português por Ricardo Domeneck. Clique aqui para ler o poema na íntegra em edição bilíngue)

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