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II
E dado o discurso das estações,
bocas são irrelevantes.
A máquina salta de acordo com o que é alheio.
O fruto tende a perdoar palavras;
é uma alienação que se torna
adubo.
É a forma de um corpo num bosque, tudo repentino.
(Trecho do poema The New Language, da norte-americana Elizabeth Robinson, traduzido para o português por Ricardo Domeneck. Clique aqui para ler o poema na íntegra em edição bilíngue)












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