1.9.10
Finalistas do Jabuti 2010 (poesia)
1º “ Passageira em trânsito”, de Marina Colasanti (Record)
2º “Sangradas escrituras”, de Reynaldo Jardim Silveira (Star Print)
3º “ Soneto antigo", de Anderson Braga Horta (Thesaurus)
4º “ Lar,", de Armando Freitas Filho (Companhia das Letras)
5º “ Poesia reunida", de Euclides da Cunha (Fundação Editora da Unesp)
6º “ O sexo vegetal", de Sergio Medeiros (Iluminuras)
7º “ A cor da palavra", de Salgado Maranhão (Imago)
8º “ Sagração do alfabeto", de Leonor Scliar-Cabral (Scortecci)
9º “ Sob o céu de samarcanda", de Ruy Espinheira Filho (Bertrand Brasil)
10º “ Palavras Cúmplices – Versos & Reverso", de Beatriz Alcântara (Fundação Waldemar Alcântara)
Para conhecer os nomes dos classificados nas outras 20 categorias que concorrem ao prêmio, visite o site da CBL.
25.8.10
13.8.10
poemas de denise freitas
ou suficiente
gastava no uso repetido os dias velhos
e se desgastava neles
desgostava deles a ausência de serventia
a tal ponto sem vontade
sem pressa e sem demora
cecília esvaziava-se de si
de sua lucidez cansada
correram alguns a dizer que morreu por escolha
embalada ao ânimo que lhe faltava em vida
reconheço lugares
montes
voluntariamorte
no cheiro na pele
gosto e azedume sem cautela
Denise Freitas, nasceu em Rio Grande (RS) no dia 10 de dezembro de 1980. É professora de História, no ano de 2007 publicou o livro "Misturando Memórias: contos e crônicas de Itajaí", em parceria com Leandro dos Santos. Blog www.sisifosemperdas.blogspot.com
5.5.10
Vitória, ES: Novo selo editorial, quatro poetas, seis livros e um recital
Seis livros de quatro poetas serão lançados no dia 20 de maio, às 19h, na Associação dos Docentes da UFES (ADUFES, Campus de Goiabeiras). O evento, com recital de poesia e projeção de vídeos, marca a estréia da Aves de Água, nova iniciativa editorial voltada à publicação de literatura. Alexandre Moraes e Casé Lontra Marques lançam dois livros cada um (“A sequência de todos os passos” e “Preparação para o exercício da chuva”, de Moraes, e “A densidade do céu sobre a demolição” e “Saber o sol do esquecimento”, de Casé). Wladimir Cazé lança seu segundo trabalho, “Macromundo", e Alexander Nassau apresenta “O tempo da curva”, seu primeiro livro de poemas. A entrada é gratuita.
Links para os blogs dos livros, com poemas e textos críticos:
"A sequencia de todos os passos" (Confraria do Vento, 2009), de Alexandre Moraes

"A densidade do céu sobre a demolição" (Confraria do Vento, 2009), de Casé Lontra Marques

"Macromundo" (Confraria do Vento, 2010), de Wladimir Cazé
"Preparação para o exercício da chuva" (Aves de Água, 2010), de Alexandre Moraes Evento: recital de lançamento de livros dos poetas Alexandre Moraes, Casé Lontra Marques, Alexander Nassau e Wladimir Cazé
Quando: 20 de maio, às 19h
Onde: Associação dos Docentes da UFES (Av. Fernando Ferrari, 845, Campus de Goiabeiras)Quanto: Grátis
Informações: 27-8818-1144
28.3.10
Lance de dardos, de Iracema Macedo, novidade aos 10 anos

26.3.10
Poetas da Bahia em depoimentos históricos
Florisvaldo Mattos, José Carlos Capinan, Antonio Brasileiro, Ruy Espinheira Filho, Myriam Graga e Roberval Pereyr são alguns dos poetas que têm depoimentos publicados em "Literatura baiana 1920-1980", livro do pesquisador Valdomiro Santana lançado há 23 anos que reaparece em edição revista e ampliada, com lançamento neste sábado, 27 de março, às 10h, na Livraria LDM, em Salvador/BA (R. Direita da Piedade, nº22, Piedade). A obra inclui também depoimentos de prosadores e artistas visuais.
Autor com diversos livros publicados, Valdomiro Santana é jornalista, escritor, editor e mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana).
Lançamento: "Literatura baiana 1920-1980", de Valdomiro Santana
Quando: sábado, 27 de março, a partir das 10h
Onde: Livraria LDM (Rua Direita da Piedade, nº22, Piedade, Salvador/BA)
Mais informações: 71 2101-8007 / eventos@livrariamulticampi.com.br
24.3.10
Hildeberto Barbosa Filho da Comarca das Pedras

A cidade de Aroeiras, na Paraíba profunda, é o minarete ideal do poeta Hildeberto Barbosa Filho. Parecendo um homem de pedra, firmando o olhar no perder de vista da vida, tem sido, além de crítico engajado e profícuo, um mar para onde convergiram o professor, o poeta, o crítico, o pensador e o fazedor de palimpsestos. Sua crítica derramou-se sobre toda uma geração. Escreveu sobre os autores nordestinos com rara sensibilidade. Como se lê em Às horas mortas (Jornal Literário), em uma confissão:
Não me importam os abutres do medo. Tento apenas preparar-me para as cerimônias do amor.
A poesia também está — e hoje digo com toda convicção — no excesso e no transbordamento.












